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sábado, 15 de novembro de 2008

Cinzel dos tempos


De que a adianta a liberdade ou a promessa de que cada momento é único se não optamos o que fica. Aquilo que impregna e que se torna lembrança. As dores ou os amores que levamos e aqueles que são perdidos pelo cinzel do tempo. Nem o auto-engano rompe o que passa pelos sentidos e queima a alma como brasa em bilhetes amarelados que guardamos no fundo de uma gaveta em que pouco abrimos. Crescer não dói, o problema está em aprender a conviver com nossos erros e nossas escolhas.

15/11/08

2 comentários:

LV disse...

que bom ter você de volta às escritas bloguísticas...
Besitos

Lets de Assis disse...

nenhum assunto se encerra por completo na nossa trajetória, nem que seja na nostalgia dos momentos